Ensaio CBR
Para dimensionar pavimentos e avaliar solos de aterro e de subleito.
Ensaio de laboratório · Compactação de solos
O ensaio Proctor define a umidade em que o solo atinge a maior densidade quando compactado. É a referência para executar e conferir aterros, bases e sub-bases.
Quando você precisa
O ensaio Proctor é o ponto de partida de qualquer serviço de compactação controlada. Ele costuma ser pedido nestas situações:
Antes de executar um aterro, a obra precisa saber em que umidade compactar o solo e que densidade exigir.
Subleito, sub-base e base são controlados pelo grau de compactação, calculado a partir do Proctor.
Pisos industriais, radiers e sapatas apoiados em aterro dependem de uma compactação controlada.
Os corpos de prova do CBR são moldados com a umidade ótima obtida no Proctor.
Como executamos
Definimos com o projetista os pontos, a quantidade de material e a energia de compactação a adotar.
As amostras de solo são coletadas nos pontos definidos, identificadas e encaminhadas ao laboratório parceiro.
No laboratório parceiro, o solo é preparado e dividido em porções com umidades crescentes.
Cada porção é compactada em um molde cilíndrico com soquete padrão, com camadas e golpes definidos pela energia escolhida.
O laboratório traça a curva de compactação e emite o relatório. Entregamos os resultados no portal.
O que você recebe
Resultados emitidos pelo laboratório parceiro, com identificação de cada amostra.
Gráfico da massa específica aparente seca em função da umidade.
Teor de umidade em que o solo atinge a densidade máxima na energia ensaiada.
Densidade de referência para o controle de compactação em campo.
O ensaio de compactação, conhecido como ensaio Proctor, segue a ABNT NBR 7182. Ele mostra como a densidade do solo compactado varia com a umidade. Com pouca água, os grãos não se acomodam. Com água em excesso, ela ocupa o espaço que seria do solo. Entre os dois extremos está a umidade ótima, em que o solo atinge a massa específica aparente seca máxima.
O ensaio Proctor é realizado em laboratório parceiro. A ESAN é o ponto de contato para a programação, o encaminhamento das amostras e a entrega dos resultados. O relatório de ensaio é emitido pelo laboratório.
A norma prevê três energias: normal, intermediária e modificada. Elas diferem na combinação de molde, soquete, número de camadas e número de golpes. A energia é escolhida conforme o uso do solo: aterros e subleitos costumam usar a energia normal, e camadas de sub-base e base, as energias intermediária ou modificada. Quanto maior a energia, maior a densidade máxima e menor a umidade ótima.
O laboratório compacta várias porções do mesmo solo, com umidades crescentes. Para cada porção, determina a massa específica aparente seca e a umidade. Os pontos formam a curva de compactação, cujo topo indica a umidade ótima e a densidade máxima.
O Proctor é a referência para o controle de compactação. Durante a execução do aterro, a densidade e a umidade medidas em campo são comparadas com o resultado de laboratório. O grau de compactação é a relação entre a densidade de campo e a densidade máxima do Proctor. O desvio de umidade é a diferença entre a umidade de campo e a ótima. Os limites aceitáveis para os dois são definidos no projeto.
Em pavimentos, o Proctor vem antes do ensaio CBR: os corpos de prova do CBR são moldados na energia e na umidade definidas pela curva de compactação. Por isso os dois ensaios costumam ser programados juntos, com a mesma amostra.
As amostras são retiradas nas áreas de empréstimo ou nas camadas a avaliar, em quantidade suficiente para o ensaio, e identificadas por ponto e profundidade. A sondagem a trado é um dos meios usados para a coleta.
Perguntas frequentes
Se a sua dúvida não estiver aqui, um engenheiro responde pelo WhatsApp.
Falar com um engenheiroPara saber em que umidade o solo deve ser compactado e qual densidade máxima ele alcança. Com isso, a obra executa o aterro de forma controlada e verifica se a compactação foi bem feita.
O ensaio é realizado em laboratório parceiro. A ESAN é o seu ponto de contato para o orçamento, a programação e a entrega dos resultados.
É a relação, em porcentagem, entre a densidade medida no aterro e a densidade máxima obtida no Proctor. O projeto define o grau mínimo exigido para cada camada.
Em pavimentos, normalmente sim: o Proctor define como compactar e o CBR mede quanto o solo compactado suporta. Em aterros que não recebem pavimento, o projeto pode pedir apenas o Proctor.
Ensaios
Para dimensionar pavimentos e avaliar solos de aterro e de subleito.
Para reconhecer as camadas rasas, coletar amostras e checar o nível d'água.
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