Sondagem SPT
Para projetar a fundação de casas, edifícios e galpões em solo.
Percussão e rotativa · NBR 6484:2020
Começamos com SPT no solo e seguimos com rotativa a partir do impenetrável. O projetista recebe um perfil contínuo, com a resistência do solo e a qualidade da rocha no mesmo furo.
Quando você precisa
A sondagem mista é indicada quando o projeto precisa conhecer o solo e também o que existe abaixo do impenetrável. Ela costuma ser pedida nestas situações:
Quando a rocha aparece dentro da faixa que interessa à fundação, o projeto precisa do solo de cima e da rocha de baixo.
Em solos com blocos de rocha, a mista mostra se o impenetrável é um bloco isolado ou o topo do maciço.
Estacas, tubulões e tirantes que chegam à rocha dependem da cota e da qualidade do maciço para o dimensionamento.
Quando uma campanha SPT encontra impenetrável antes da profundidade programada, alguns furos podem continuar em rotativa.
Como executamos
Definimos a posição dos furos conforme a NBR 8036 e combinamos com o projetista a extensão a investigar em rocha.
Executamos a sondagem SPT conforme a NBR 6484:2020, com N-SPT a cada metro e registro do nível d'água.
Quando a percussão deixa de avançar pelos critérios da norma, registramos a profundidade e preparamos o furo para a rotativa.
Seguimos com coroa diamantada, medindo recuperação e RQD a cada manobra. Os testemunhos vão para caixas fotografadas.
Unimos os dois trechos em um perfil único, com classificação conforme a NBR 6502, e entregamos o laudo com ART no portal.
O que você recebe
Metodologia dos dois métodos, locação dos furos, profundidade do impenetrável e critério de encerramento de cada furo.
Camadas de solo com N-SPT metro a metro, nível d'água e trechos em rocha com recuperação e RQD.
Cada caixa fotografada com identificação da obra, do furo e do intervalo de profundidade.
Anotação de Responsabilidade Técnica do serviço executado.
Acompanhamento dos furos enquanto acontecem e perfil geológico 2D da obra.
A sondagem mista é um furo único executado em duas etapas. No solo, o avanço e os ensaios seguem a ABNT NBR 6484:2020: a cada metro, cravamos o amostrador padrão e registramos o N-SPT. Quando a percussão deixa de avançar, pelos critérios de impenetrável da norma, o furo passa para o equipamento rotativo. O detalhe do trecho em solo está na página da sondagem SPT.
A profundidade do impenetrável é registrada no boletim e no perfil. Antes de iniciar a rotativa, o trecho em solo é mantido revestido para evitar desmoronamento e perda da água de circulação. A partir daí, a coroa diamantada corta o material e recupera testemunhos contínuos.
Em cada manobra, medimos a recuperação, que é a porcentagem de testemunho obtida em relação ao comprimento perfurado, e o RQD, que considera apenas os pedaços com 10 cm ou mais. Descrevemos litologia, alteração, fraturamento e coerência com a terminologia da ABNT NBR 6502. Os testemunhos são guardados em caixas de madeira, na ordem de profundidade, e fotografados. O método está descrito na página da sondagem rotativa.
Em solos residuais, é comum encontrar blocos de rocha isolados. Um matacão interrompe a percussão da mesma forma que o topo rochoso. Quando a rotativa atravessa o bloco e o furo volta a encontrar solo, retomamos o ensaio SPT abaixo dele. Assim, o perfil não confunde um bloco com o início do maciço.
A quantidade e a posição dos furos seguem a ABNT NBR 8036. A extensão a investigar em rocha é combinada com o projetista, de acordo com o tipo de fundação ou de contenção. Em muitas campanhas, apenas parte dos furos continua em rotativa, escolhidos para confirmar o topo rochoso nos pontos que mais interessam ao projeto.
O laudo apresenta cada furo em um perfil contínuo: camadas de solo com N-SPT metro a metro, nível d’água, profundidade do impenetrável e trechos em rocha com recuperação e RQD por manobra. Esse formato permite ao projetista ler, em um único documento, onde o solo deixa de responder e como a rocha se comporta abaixo dele.
Os dois trechos são executados por equipes de campo próprias da ESAN, e o laudo segue com ART. O avanço dos furos pode ser acompanhado em tempo real pelo ESAN Insight.
Perguntas frequentes
Se a sua dúvida não estiver aqui, um engenheiro responde pelo WhatsApp.
Falar com um engenheiroQuando o furo SPT encontra um material que a percussão não atravessa e o projeto precisa saber o que existe abaixo dele. A partir desse ponto, o furo continua com equipamento rotativo.
É o ponto em que o amostrador da SPT deixa de avançar, mesmo com muitos golpes. Pode ser rocha contínua ou um bloco isolado, e só a rotativa mostra qual é o caso.
Não necessariamente. Em muitas obras, parte dos furos é só SPT e alguns continuam em rotativa para confirmar a rocha. A definição é feita com o projetista.
O furo pode voltar ao ensaio SPT no solo abaixo do bloco. O perfil final mostra a sequência real de camadas, e não apenas a primeira barreira encontrada.
Sondagens
Para projetar a fundação de casas, edifícios e galpões em solo.
Para atravessar rocha e matacões e avaliar a qualidade do maciço.
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