Sondagem à percussão · NBR 6484:2020

Sondagem SPT para projeto de fundações

Medimos a resistência do solo metro a metro, identificamos as camadas e registramos o nível d'água. É o dado que o projetista usa para escolher e dimensionar a fundação.

Amostrador padrão aberto após a cravação.
Norma
NBR 6484:2020
Proposta
Em até 24 horas úteis
Entregáveis
Laudo, perfis, fotos e ART

Quando você precisa

Quando pedir este serviço.

A sondagem SPT é o ponto de partida de quase todo projeto de fundação em solo. Ela costuma ser pedida nestas situações:

  1. 01 · Antes do projeto de fundações

    O projetista precisa do N-SPT e do perfil das camadas para escolher entre sapata, radier, estaca ou tubulão e para dimensionar cada elemento.

  2. 02 · Para financiamento da obra

    Em financiamentos habitacionais, como os da Caixa, a sondagem com laudo e ART costuma fazer parte da documentação técnica. Confirme a lista exata com o seu engenheiro ou agente financeiro.

  3. 03 · Na compra de um terreno

    Conhecer o subsolo antes de fechar negócio evita surpresas de custo com aterro, rebaixamento de lençol ou fundação profunda.

  4. 04 · Em ampliações e reforços

    Quando uma construção existente vai receber carga nova, a sondagem mostra se o solo comporta o acréscimo.

Como executamos

Método, etapa por etapa.

  1. Etapa 1: Programação dos furos

    Com a planta do terreno e o tipo de obra, definimos número, posição e profundidade estimada dos furos conforme a NBR 8036.

  2. Etapa 2: Locação em campo

    A equipe marca os furos no terreno, registra a referência de nível e monta o equipamento de percussão.

  3. Etapa 3: Perfuração e ensaio a cada metro

    Cravamos o amostrador padrão com martelo de 65 kg em queda livre de 75 cm e contamos os golpes de cada 15 cm de penetração.

  4. Etapa 4: Amostras e nível d'água

    Cada amostra é descrita, embalada e etiquetada. O nível d'água é registrado durante a perfuração e depois do encerramento do furo.

  5. Etapa 5: Laudo com ART

    Consolidamos boletins, perfis e classificação das camadas conforme NBR 6502 e entregamos o laudo com ART no portal.

O que você recebe

Entregáveis do serviço.

  • Laudo técnico

    Metodologia, locação dos furos, resultados, critério de encerramento de cada furo e observações de campo.

  • Perfil individual de cada furo

    Camadas com descrição tátil-visual, N-SPT metro a metro e nível d'água.

  • Planta de locação

    Posição dos furos no terreno e referência de nível adotada.

  • ART

    Anotação de Responsabilidade Técnica do serviço executado.

  • Registro fotográfico

    Fotos do equipamento em operação, das amostras e do terreno.

  • Link do ESAN Insight

    Acompanhamento dos furos enquanto acontecem e perfil geológico 2D da obra.

Como funciona o ESAN Insight

Método

A sondagem SPT (Standard Penetration Test) segue a ABNT NBR 6484:2020. O furo avança com trado e, abaixo do nível d’água ou quando o trado não progride, por circulação de água. A cada metro, interrompemos o avanço e cravamos o amostrador padrão com um martelo de 65 kg em queda livre de 75 cm.

A cravação total é de 45 cm, contada em três trechos de 15 cm. O índice N-SPT é a soma dos golpes dos dois últimos trechos, ou seja, dos 30 cm finais. O primeiro trecho serve para atravessar o solo amolgado pelo avanço do furo.

Programação e número de furos

A quantidade e a posição dos furos seguem a ABNT NBR 8036. Para edificações, a norma pede um furo para cada 200 m² de área de projeção até 1.200 m², com mínimo de dois furos até 200 m² e três entre 200 m² e 400 m². Acima disso, a programação acompanha o plano da construção.

Distribuímos os furos para cobrir a área da obra e evitar alinhamentos que escondam variações do subsolo. Quando o terreno tem desnível, corte ou aterro previsto, a programação considera a cota final do projeto.

Critério de paralisação

Cada furo termina pelo critério de paralisação definido na programação ou, na falta dele, pelos critérios da NBR 6484:2020, baseados em sequências de metros com N-SPT elevado. O impenetrável à percussão também encerra o furo. O laudo registra qual critério encerrou cada furo e em que profundidade.

Quando o projeto precisa conhecer o material abaixo do impenetrável, como um matacão ou o topo rochoso, a investigação continua com sondagem rotativa. O conjunto das duas é a sondagem mista.

Nível d’água

Registramos a profundidade em que a água aparece pela primeira vez e fazemos leituras depois do encerramento do furo, com data e hora. O nível d’água influencia a escolha da fundação, a escavação e a necessidade de rebaixamento.

Classificação das camadas

A descrição das amostras é tátil-visual e usa a terminologia da ABNT NBR 6502: textura, cor, origem quando identificável e estado do material. A compacidade das areias e a consistência das argilas são indicadas a partir do N-SPT, pelas faixas da NBR 6484.

Produtividade de referência

Uma sonda executa, em média, de 8 a 15 metros por dia. O número real depende do tipo de solo, da presença de água, do acesso ao terreno e da distância entre furos. A programação de campo consta na proposta.

Quem executa

A sondagem é executada por equipes de campo próprias da ESAN. O boletim é preenchido no próprio furo e o avanço pode ser acompanhado em tempo real pelo ESAN Insight.

Perguntas frequentes

Dúvidas comuns.

Se a sua dúvida não estiver aqui, um engenheiro responde pelo WhatsApp.

Falar com um engenheiro

A NBR 8036 define o mínimo pela área de projeção da construção: dois furos até 200 m² e três entre 200 m² e 400 m². O número final depende do projeto e é definido junto com o projetista. Envie a planta do terreno que fazemos a programação na proposta.

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